As madrugadas me consomem,
Através dos sorrisos apáticos dos eloquentes,
Tentando convencer os mais complicados,
Limpando o que não estava sujo.
Através dos sorrisos apáticos dos eloquentes,
Tentando convencer os mais complicados,
Limpando o que não estava sujo.
As madrugadas nos consomem,
Através de "fraudes" ambulantes,
Tentando se achar entre os complexos,
Sem encontrar rumo ou direção.
Através de "fraudes" ambulantes,
Tentando se achar entre os complexos,
Sem encontrar rumo ou direção.
As madrugadas se consomem no Crow.
Maringá, 03 de Setembro de 2015.