E fora dos perdidos nos encontramos dentro dos achados,
Saindo por portas sem fundos e entradas obscuras.
Solando uma simples canção bem inferior a uma melodia,
Duvidando da própria paz e entrando em calmaria.
Submundo dos "vivos", profundeza infinita,
Procurando os "mortos" através do incerto.
Maringá, 30 de Agosto de 2015.